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Com ampliação, Nova Odessa trata 100% do esgoto

Ações e Realizações Nova Odessa

Autor: Texto | André Rossi Foto | Divulgação | - 11/12/2015-22h14 - Atualizado em 11/12/2015-22h45
FUTURO | Obra é capaz de atender 75 mil habitantes

Nova Odessa passou a tratar 100% do seu esgoto em junho deste ano, graças à ampliação da ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Quilombo, que no início de 2013 estava inoperante. O investimento total da obra foi de R$ 5,6 milhões, sendo R$ 4,690 milhões provenientes de recursos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e R$ 914 mil de contrapartida da prefeitura. O objetivo da obra, executada pela empresa Aquadom, foi elevar a capacidade de tratamento da estação para atender a 75 mil habitantes, já prevendo o crescimento da cidade nos próximos anos, com uma margem de cerca de 20 mil pessoas da atual população novaodessense.
REPRESAS
Também dentro do saneamento, mas na questão da água, a cidade investirá R$ 7,2 milhões para a construção de uma nova represa de abastecimento e uma nova ETA (Estação de Tratamento de Água). Os recursos vieram através de um financiamento assinado junto à Caixa Econômica Federal, sendo que cerca de R$ 720 mil serão contrapartida da cidade.
A represa Recanto 4 terá capacidade de armazenamento de 130 mil metros cúbicos de água bruta, ocupando uma área de 31 mil metros quadrados. Atualmente, a nova represa está em processo de licitação. A ETA deve ser construída em uma área na região do Pós-Anhanguera e beneficiará diretamente 11 bairros. A licitação da estação deve ser aberta em janeiro do ano que vem.
Desassoreamento
Em 2014, foram investidos cerca de R$ 1 milhão em obras de desassoreamento da represa Recanto II, aumentando em 10% a capacidade de reserva. Também foi implantado o Plano de Sustentabilidade Hídrica, que conta com ações que buscam garantir a recuperação das nascentes do município. O plano ainda envolve a preservação de mata ciliar e a preservação do lençol freático, com o objetivo de garantir que a cidade se torne autossustentável na produção de água. "Foi uma decisão difícil, utilizamos recursos que estavam previstos para obras de infraestrutura. Mas hoje sabemos que foi a decisão certa, na hora certa. Ano passado, nessa época tínhamos 12% de água em nosso sistema. Hoje temos 80%, sabendo que hoje nossa capacidade é 33% a mais que no passado", disse o prefeito Benjamim Bill Vieira de Souza.