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Mais um: Americana tem o sexto caso de ataque de pedinte em uma semana

Cidades

PEDRO HEIDERICHAMERICANA | 12/09/2017-22:38:03 Atualizado em 13/09/2017-00:10:16

Mais uma vez uma pessoa foi atacada por um pedinte em Americana. Desta vez, a vítima foi um frentista de 30 anos que teve o ombro espetado por um homem que lhe pediu moedas no São Vito, na tarde de anteontem.
Uma semana antes deste ataque, um homem de 38 anos foi atacado por um pedinte com uma seringa na Avenida da Saudade. Em sete dias, são seis casos de ameaças ou ataques de pedintes a motoristas em Americana (veja abaixo).
Conforme o boletim de ocorrência do caso, registrado pelo frentista na manhã de anteontem, ele estava dentro de seu carro no cruzamento da Rua Emilio Covessi com a Avenida Paschoal Ardito, no São Vito, quando foi atacado.
Eram por volta das 15h20, quando um pedinte pediu moedas ao frentista e logo em seguida o espetou com objeto perfurante no ombro esquerdo. O pedinte saiu correndo sentido rodoviária e não foi localizado. O cruzamento não tem semáforo. O BO não cita se a vítima chegou a recusar dar esmola.
Após ser atingido, o frentista foi ao Hospital São Francisco, onde recebeu os primeiros atendimentos e foi encaminhado para o Hospital Municipal Dr. Waldemar Tebaldi, onde passou por consulta e foi medicada com um coquetel contra DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). Ele será acompanhado pelo hospital por 90 dias.
O caso do São Vito ficará a cargo do 3° DP (Distrito Policial). Em contato com a reportagem, o frentista frisou a importância de divulgar o caso por já ter acontecido outros, mas não quis falar com o TODODIA sobre o ocorrido.
O comandante do 19°BPMI (Batalhão de Polícia Militar do Interior) respondeu, via assessoria, que a PM não foi informada sobre esse ocorrido, mas que o policiamento preventivo é realizado na área. A Gama (Guarda Armada Municipal de Americana) prestou auxílio à vítima e tem realizado ações "para coibir e deter o indivíduo causador do dano".
LEGISLAÇÃO
Em junho, a Câmara aprovou um projeto de lei que prevê a proibição de pedintes nos cruzamentos do município sob a alegação de risco de atropelamentos. Uma emenda condicionou ao Executivo a possibilidade ou não de autorizar tais atividades.
 
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